Para 2010 aqui fica a capa da revista que inspira este blog. 
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
L'anné Canard
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Tiago Ivo Cruz
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Orçamento participativo
A Comissão de Alunos do Mestrado Integrado em Eng. da Energia e do Ambiente da FCUL fez uma proposta para o Orçamento Participativo.
Esta proposta contemplava a reconversão de todo o sistema de iluminação pública através de candeeiros a LEDs e alimentados por painéis fotovoltaicos. Desta forma, a iluminação pública passaria a ser praticamente auto sustentável.
Depois de ter sido rejeitada na primeira fase, agora aparece alterada, sendo a sua área reduzida para apenas um bairro.
De qualquer forma, penso que vale a pena votar na proposta. Pode ser que depois se alargue a Lisboa toda.
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Ana Bastos
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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
afinal... não há final
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Tiago Ivo Cruz
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acaso infeliz
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
belas palavras
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Tiago Ivo Cruz
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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Chama-se precariedade
Na reportagem da RTP sobre os que hoje trabalham no call center da EDP, a jornalista fala de "exemplos de coragem".
Mas que lata.
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Ana Bastos
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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
ardeu... era bom que se fizesse um novo
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Tiago Ivo Cruz
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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
soberba de natal...
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Tiago Ivo Cruz
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domingo, 20 de dezembro de 2009
-Damos a mão mas não o braço!
No passado dia 17 de Dezembro de 2009, foi aprovado em Conselho de Ministros a proposta de lei de legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo, diploma este que será discutido na AR entre os dias 14 e 15 de Janeiro.
Caso esta proposta de lei seja aprovada e posteriormente promulgada pelo Presidente da República, Portugal, em termos comparativos (mais uma vez vem ao de cima o nosso gosto pela comparação) aproximar-se-á de alguns dos seus vizinhos europeus no que toca a igualdade de direitos, ou melhor, de direito.
A verdade é que sendo esta proposta de lei aprovada, pessoas do mesmo sexo poderão finalmente casar-se, no entanto sem a possibilidade de adopção. Uma autêntica canoa que é remada em direcções opostas e acaba por não sair do mesmo lugar.
Segundo o Ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, a proposta discutida em Conselho de Ministros "não diz respeito à adopção", fazendo questão em lembrar que também o programa eleitoral do PS não fazia referência a adopção por casais homossexuais. Sublinhou ainda que "o Governo está disposto a cumprir o programa, que diz respeito apenas a remover obstáculos" à legalização do casamento homossexual, não especificando se a proposta que será aprovada proibirá expressamente a adopção.
Enquanto por cá ainda estamos neste pára - arranca, países como a Holanda já se esforçam em sensibilizar a população para a tolerância com a diferença
Um cenário por enquanto impensável para o nosso "pequeno jardim plantado à beira mar".
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Reinaldo Cid
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História do mercado de emissões
No rescaldo do falhanço de Copenhaga, e depois do post anterior, fica aqui um vídeo dos autores da "Story of Stuff" sobre o sistema "Cap and trade":
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Ana Bastos
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
você não acha...?
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Tiago Ivo Cruz
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
as banalidades dos nossos empresários... medíocres
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Tiago Ivo Cruz
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Who is afraid of December?
Foto de Tilemahos Efthimiadis
One year ago, on December 6 2008, 15 years old Alexis Grigoropoulos was murdered in cold blood by the bullets of a policeman’s gun. What followed was beyond any prediction.
A huge wave of protests and fury was immediately expressed all over Greece sweeping away the general climate of resignation and political apathy the greek youth seemed to be living in. And it brought to a dead end the established political system which had decided to defend to the end the version of an unfortunate “isolated incident’
It is obvious that this irrational, insane and brutal murder was the spark. The flammable material that fed the fire were the accumulated dead ends faced by the young people. These dead ends are known and acknowledged: the huge crisis of the educational system, the insecure employment future which deprives the young people of the prospect of independence and individual freedom, the serious economic crisis and the labour and financial precarity.
In brief, the certainty that this generation will have a worse life than all the previous generations.
These problems were filling the cup that spilled over with Grigoropoulos’ murder. This is what caused this unprecedented rage that exploded in the streets, in the squares and in front of police stations. But it did not stop there. While the main exponents of the established political system and the big mass media were trying to present this outbreak just as blind violence and shop windows breaking, tens of thousands of young people were demonstrating for days in a massive, dynamic but peaceful way. And almost at the same time, the working people took to the streets of Greek cities, in demonstrations that were among the most massive and better organized protests of the last decade.
Article by Alexis Tsipras, President of SYNASPISMOS on the 2008 December events (4/12/2009)
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Nuno Moniz
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"Esta não é a minha Suiça"
Para começar, será que este referendo foi realmente necessário? A verdade é que segundo o 18º artigo da Declaração Universal dos Direitos do Homem "toda a pessoa tem o direito à liberdade (...) de religião; este direito implica a liberdade de (...) manifestar a religião ou convicção, sozinho ou em comum, tanto em público como em privado, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pelos ritos". Aliás, ao que parece estes minaretes tão controversos actualmente não são utilizados para a difusão do Islamismo, servindo somente como elementos decorativos das mesquitas. Deixando direitos de lado, o referendo culminou num resultado vergonhoso, que não só reflecte a imagem distorcida do Islamismo e que os media insistem em passar, como também demonstra a tolerância cada vez menor com todas e todos aqueles que são diferentes da maioria.
Uma receita ideal para quem quer esquecer que a Europa enquanto identidade cultural nasceu da miscigenação de várias culturas e também para aqueles que insistem em afirmar uma posição paroquial onde "só a nossa opinião é válida".
No passado dia 29 de Novembro a Suíça teve um ataque de amnésia, oxalá não perdure por muito tempo.
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Reinaldo Cid
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domingo, 6 de dezembro de 2009
Copenhaga
Ouvir a entrevista aqui.
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Ana Bastos
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terça-feira, 1 de dezembro de 2009
patavina
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Tiago Ivo Cruz
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We did not regret our stand and did not step back. Our defence of the young people was a principled stand. We defended them from the organized slanders and the misinformation. And we steadfastly brought to the fore the dead ends that cause their anger. At the same time we tabled proposals that could have opened a way out. Proposals that had to do with the restriction of repression and police arbitrariness, the defence of the public and social character of education, the abolition of social inequalities, the measures to face unemployment and work precarity.
We are still unrepentant for December; for the hard battle of principles we waged against the whole political and mediatic establishment. We have no regrets for what we did mainly because we believe that these demands are still valid in the conscience of society and emerge more lively, clearer and more mature in the coming social struggles.
One year later we know more. We know that the spark of doubt exists in the hearts of the young people.
We know that the ruling political and economic strategy, which is leading society towards a deep crisis in order to allow the few to accumulate gains, is without the support or the consent it needs to continue.
We know that stating you belong to the left and waving the hammer and sickle does not necessarily set you against the established power system.
But the most important thing we know is that the power system, in spite of its total
apparent mastery of the situation, has grave weaknesses and is afraid.
It is not afraid of the wrathful outbreaks of violence because those it can handle and turn to its own advantage. It is afraid of the people who contest their unalienable rights in the streets, in universities, schools, at the working place.
The power system is afraid of the coming December when the outbreak will be more conscious, with its political and social demands expressed more coherently: resistance, solidarity, dignity.