Albert Bartlett explica de forma muito simples qual é o problema do crescimento constante num sistema finito.
Vale a pena ver os 8 vídeos.
domingo, 31 de janeiro de 2010
Ainda sobre o crescimento
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Ana Bastos
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sábado, 30 de janeiro de 2010
O hamster impossível
A "new economics foundation" lançou uma campanha sobre o problema do crescimento exponencial da economia num sistema planetário limitado.
Aqui fica o vídeo promocional:
O relatório pode ser lido aqui.
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Ana Bastos
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Os limites da racionalidade
Excelente documentário da BBCfour sobre os matemáticos que puseram em questão a totalidade do conhecimento lógico-matemático da ciência moderna.
Ou ver aqui.
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Ana Bastos
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Intermitência indeterminada da democracia
Pois é, não são só as pessoas que merecem descanso. Isto de manter a democracia salvaguardada ao longo de 35 anos também fatiga. Portanto a que dar umas férias à democracia angolana, filha mais nova da Sra. Democracia que sendo franco, não sei onde pára.
E assim foi. No passado dia 22 de Janeiro de 2010 a Assembleia Nacional angolana aprovou com maioria absoluta a nova Constituição, que para além de proibir a pena de morte (para que se quer uma pena de morte se a Liberdade acabou de ser morta?) também reforça os poderes do Soba maior, ou seja, do Grande chefe. Para todos os efeitos deixa de existir a eleição directa do Presidente da República e este passa a ser o primeiro nome da lista partidária vencedora das eleições legislativas. José Eduardo dos Santos, Chefe de Estado angolano há mais de 30 anos, aliás, recentemente nomeado Monarca soberano acaba também por acumular o cargo de chefia do Governo, deixando de existir efectivamente um Primeiro-Ministro.
Toda esta malandrice parece passar despercebida aos media internacionais uma vez que foi feita simultaneamente com a realização do Campeonato Africano das Nações, a decorrer em Angola. No final de contas, quem leva por tabela é a menina democracia que vai gozar umas férias por período indeterminado e sem subsídio (que isto de precariedade já está na moda).
Constituição aprovada, papeis arrumados e longa vida ao Rei!
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Reinaldo Cid
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terça-feira, 26 de janeiro de 2010
os primeiros dados
Então vejamos
défice: 9,3% do PIB = 15367 milhões
divida: 76.6% e para 2010: 85.4%
aumentos salariais: 0 (zero)
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mariana mortágua
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habemus orçamento
há fumo branco!
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mariana mortágua
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o orçamento que podemos esperar

Para já só se sabe que o Governo nos vai dar mais, ou melhor, menos do mesmo.
Menos investimento público. Menos orçamentado e ainda menos executado. O plano anti-crise tinha, em Dezembro de 2009, uma taxa de execução de 70% e o mesmo se pode afirmar em relação ao PIDDAC (o programa de investimento do Estado).
Temos também, com toda a certeza, menos dinheiro para os salários dos funcionários públicos, os já mais baixos da Europa. Não defendo o aumento de todos, mas não podemos esquecer que o Estado também paga salários miseráveis.
Mas também há mais!
Mais dinheiro para os investidores do BPP.
Mais privatizações.
Mais parcerias público-privadas.
Também falam de uma taxa sobre os prémios dos banqueiros, para inglês ver, literalmente. Mas o essencial continua de fora! Enquanto uma mercearia tem, necessariamente, de pagar uma taxa de IRC de 25% , um grande banco Português, com lucros de milhões de euros e garantias do Estado enfrenta uma taxa efectiva de cerca de 12%!!
Mas não interessa a este Governo taxar os bancos. Tal como não interessa taxar de uma forma justa as mais-valias da bolsa (como acontece em quase todos os países da OCDE). É uma maçada e ainda podemos chatear o Sr. Belmiro... E ninguem quer problemas com o Sr. Belmiro, nem com o Sr. Amorim, nem com o BCP, nem com o BPI. Problemas por problemas que venham os merceeiros...
Mais actualizações em breve (acabam de dizer que só às 22h... )
p.s. o gráfico mostra a evolução dos valores do PIDDAC orçamentados e executados de 2003 a 2009. Orçamentado a vermelho e executado a rosa.
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mariana mortágua
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Os meus impostos não!
Ficámos a saber que a Caixa já emprestou ao BPN 4190 Milhões de Euros e que este número pode ascender aos 4500 Milhões. As operações de financiamento foram realizadas principalmente através da emissão de papel comercial (é um titulo de dívida de curto prazo), com a garantia pessoal do Estado.
Estes 4190 Milhões são do Estado e dos contribuintes? Ainda não. Podem vir a ser? Certamente.
Supostamente a Caixa financiou o BPN da mesma forma que financia qualquer outro banco. O BPN emitiu papel comercial que a Caixa Geral de Depósitos comprou. Com este dinheiro o BPN pode fazer face às suas dívidas sendo que, no final do prazo, o montante terá que ser devolvido à Caixa, mais juros.
O que é que muda neste negócio relativamente ao que é considerado "normal"?
- A Caixa está a receber juros nulos - não ganha nem perde com o negócio;
- O empréstimo tem a garantia pessoal do Estado - se o BPN não pagar à CGD o Estado (os contribuintes) vai ter que entrar com o dinheiro;
- As hipóteses de o BPN pagar tudo o que deve à CGD são muito reduzidas uma vez que tem uma grande taxa de incumprimento. Quer isto dizer que o próprio BPN terá grandes dificuldades em receber o que emprestou a clientes no passado.
Esta é também uma hipótese bastante improvável, uma vez que:
- para vender é preciso que alguem queira comprar;
- o próprio Ministro das Finanças já admitiu que não vai conseguir vender o BPN por um valor que compense as garantias do Estado;
- não se sabe qual o real tamanho do buraco financeiro que só irá ser divulgado no momento da privatização - existe ainda a possibilidade de o Estado só privatizar a parte boa do banco mantendo as partes "podres". Quanto é que isto vai custar? who knows...
Apostem as suas fortunas nisso mas os meus impostos não!
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mariana mortágua
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sábado, 16 de janeiro de 2010
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Cavaco agracia Santana
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Tiago Ivo Cruz
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Há mais vida para além do PIB

Colóquio com os economistas:
José Castro Caldas - CES – Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra
Luis Francisco Carvalho - ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa
Manuela Silva - Professora Universitária (aposentada)
Susana Peralta - Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa
No entanto, há muito que foram sendo notadas as limitações do PIB, quer como medida da produção e do crescimento económico, quer, sobretudo, como indicador de qualidade de vida ou de bem-estar. A discussão sobre as insuficiências do PIB e a necessidade de o substituir ou complementar com outros indicadores tem ganho crescente relevância, tendo merecido a atenção de organizações como a ONU, a União Europeia ou a OCDE – particular destaque merece, neste contexto, a iniciativa do Governo Francês que conduziu à elaboração de um relatório sobre o tema, recentemente publicado, coordenado pelos conhecidos economistas Joseph Stiglitz e Amartya Sen. Neste âmbito, as propostas têm convergido na necessidade de incluir as dimensões da sustentabilidade social e ambiental dos processos económicos, reflectindo a crescente saliência destas questões no debate público.
A discussão sobre o PIB constitui uma oportunidade para reflectir sobre os objectivos que as nossas sociedades, mais ou menos ‘desenvolvidas’, podem e devem prosseguir, bem como sobre os valores que estão subjacentes às escolhas com que nos deparamos. Este é um debate que não pode ficar confinado à dimensão técnica dos ‘especialistas’. A participação alargada da sociedade na definição dos padrões de orientação e avaliação dos caminhos por onde passará o nosso futuro colectivo é, desde logo, uma elementar exigência democrática.
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Rosa Félix
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Bolo envenenado II
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Ana Bastos
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museus com autonomia e financiamento? quero ver isso
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Tiago Ivo Cruz
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cap and trade, as tretas do século XXI

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Tiago Ivo Cruz
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010
migalhas como se fossem chocolates
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Tiago Ivo Cruz
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os meninos à luta, versão Europa
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Tiago Ivo Cruz
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domingo, 10 de janeiro de 2010
Nojo
Encontro Nacional de Direcções Associativas, 3a.m. O teor de álcool no sangue é, provavelmente, muito superior às ideias na cabeça de alguns ilustres dirigentes associativos.
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Ana Bastos
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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Bolo envenenado

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mariana mortágua
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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Ano novo, exigências velhas
Entrámos em 2010. Quase sem querer já passou a primeira década do século (ainda ontem entrámos no milénio, lembram-se?). Muito mudou, muito ficou na mesma. Hoje o país está mais desenvolvido, mais europeu e mais competitivo. Mudámos a nossa geração de governantes, primeiro com Durão Barroso, depois com José Sócrates - ambos filhos da revolução, e não pais -; mudámos estradas e estádios de futebol e pouco mais. Estamos culturalmente mais evoluídos, há mais qualidade académica e cívica na sociedade portuguesa, e exportamos artistas e cérebros com frequência.
Mas, apesar de tudo o que conseguimos alcançar nesta década, muito ficou aquém. Não temos a justiça que devíamos, nem os empresários, nem os trabalhadores, nem mesmo os políticos. Há que exigir mais de quem tem a responsabilidade de agarrar no país e levá-lo para a frente. E estamos prontos, acho...
(neste tema, tive a oportunidade de publicar um artigo no Diário Económico a que chamei «velhas exigências», que vos convido a ler e comentar...)
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José Reis Santos
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tesourinhos do público online
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Tiago Ivo Cruz
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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Custo do sistema de Saúde vs. Esperança média de vida
O National Geographig blog publicou um gráfico que compara o custo do sistema de saúde de cada país com a sua respectiva esperança média de vida.
Interessantes todos os dados que se podem retirar do gráfico.
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Rosa Félix
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Orçamento Participativo Lisboa
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Tiago Ivo Cruz
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domingo, 3 de janeiro de 2010
Alexandre Pomar - Ano Negro
Uma boa crítica de Alexandre Pomar sobre política cultural em 2009 - Ano Negro.
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Tiago Ivo Cruz
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sábado, 2 de janeiro de 2010
andamos há 10 anos nisto?
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Tiago Ivo Cruz
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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Está crescida, mas às vezes não parece.
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Ana Bastos
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